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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Literatura Iliterada - "Inocentemente eu" - 2ª parte

"Que vem aí?" Não é apenas o título do segundo capítulo do livro que estamos a criticar, mas também a pergunta que qualquer pessoa faria quando visse o título deste post. Pois é, essa é a pergunta mais indicada, tendo em conta que o primeiro capítulo já mostrou a "maravilha" de história que este livro mostra. Por isso, e sem mais rodeios, apresentamo-vos a critica ao segundo capítulo do livro "Inocentemente eu".
O capítulo começa numa determinada hora de almoço, quando a Bé recebe uma visita das "cunhadinhas" dela (para quem não sabe quem elas são, óptimo: não é suposto saber). As três preparam um almoço e nada na realidade acontece, por isso passemos à frente.
Então ela um dia decida preparar uma mousse de manga para o seu vizinho novo, que magicamente apareceu na vizinhança. Por esta altura, já não é de admirar que ela se sentisse encantada pelo rapaz (de seu nome André) e o convidasse para jantar em casa dela. Hmm... É sempre bom convidar estranhos a um serão em casa, quando os únicos ocupantes são uma ingénua "Maria-Vai-Com-Todos" e uma gata. Boa sorte com isso...
Mas acontece que o André até parece ser boa pessoa, e depois de uma entediante troca de palavras, ele convida-a a dançar e após mais algumas palavrinhas trocadas, ela decide ir dar explicações ao Bruninho, o menino inexistente. Depois, arranjou-se para o tão esperado jantar com o André...
(só uma lembrança a quem não conhece a história, isto é, toda a gente: ela tem namorado)
O jantar e o resto do serão devem ter sido mesmo rápidos, porque no espaço de duas linhas já ambos tinham jantado e ido a um bar. Se o leitor se pergunta se alguma coisa acontece entre ambos... Digamos que as duas linhas de descrição do serão são bem generosas para com a nossa imaginação...
No dia seguinte, acontece uma das coisas mais estranhas que eu podia ter visto num livro: a Bá e a gata Alexia foram para o parque, onde brincaram que nem duas crianças, e até andaram juntas de escorrega. Uau... Esta gata é mais especial do que eu pensava. E eu que julgava que os gatos eram criaturas assustadiças que gostavam de viver a vida à maneira delas e que gostavam de tranquilidade e não apreciavam estas coisas. Será que a autora alguma vez teve gatos?

Até esta situação é mais realista.
Depois as duas vão fazer compras à mercearia da Dona Telma, que sempre deixa entrar a Alexia (e se ela não deixasse, mandavas a gata sentar à porta e esperar por ti? Como a um cão?). Ao que parece, a Dona Telma é uma senhora com poucos clientes, mas que sobrevive à crise e à concorrência devido ao seu carisma. Se calhar, deve ser por oferecer artigos aos clientes em vez de os vender. Uma senhora na situação destas não se pode dar ao luxo de oferecer coisas, ela precisa de ganhar a vida. Estão à espera que ela pague impostos com carisma? Com miminhos?
Antes de continuar gostaríamos de assentar uma coisa. Os quatro posts referentes aos quatro capítulos falam apenas da história em questão e criticam o que não tem sentido. Deixaremos o último post para falar do resto da história e concentrar nos erros existentes na escrita. Contudo, o parágrafo que se segue tem tantos erros, que não pudemos esperar para o colocar aqui. Desafiamos o leitor a contar o número de erros que este parágrafo tem:
"Já em casa arrumei as coisas compradas e oferecidas, dando pelo meio leite e festinhas a Alexia. Fui uma sopa de legumes. Uma salada de camarão e uma salada fruta que a Alexy me acompanhou com a sua sardinha fresca com o seu ração preferido: comida de garo em forma de peixes com sabor a atum e a sua água fresca. Umas traquinices no sofá e fomo-nos deitar por volta das dez da noite."
Se neste momento, o leitor se sentir mais estúpido, não se preocupe: acontece a quem lê qualquer coisa deste livro.
No dia seguinte, o André aparece com um ramo de flores para a Bé, e enquanto ambos conversam na sala, ela recebe uma chamada do Dadá. Depois de mais uma excitante conversa entre eles, ela recebe outra, desta vez da Bá. Depois de um cumprimento tipico de "gaja", uma delas pergunta à outra se também estava tudo bem com ela, ao que a outra responde com um "Também, 'tu espida'". A vasta explicação de três linhas que se seguiu não passou de um momento completamente inútil para explicar o uso de uma "língua" que elas tinham inventado. Segundo a Bé, o "tu" de "estúpida" ia para o início e dava a nova palavra. Serviu de alguma coisa explicar isto? Não, até porque não se faz mais referência a esse novo "idioma", mas ao menos encontrou o adjectivo certo para definir esta história.
Adiante. Depois daquela chamada, uma outra aconteceu, desta vez do irmão Alex, que... nada de especial disse. A sério, em vez de perder tempo a descrever chamadas telefónicas que não levam a lado nenhum, aproveitava para descrever a conversa que estava a ter com o André. Era uma boa oportunidade para os leitores o conhecerem melhor e poder desenvolvê-lo como personagem significativa na história. Mas não: o pobre coitado não chega a ter mais de duas falas ao longo de todo o serão, nem mesmo quando as "cunhadinhas" da Bé chegam e se apresentam. "Tens de me dizer onde é o teu caixote do lixo - brincou a Paula", referindo-se ao André. Eu partilharia da mesma pergunta da Paula se eu tivesse comprado este livro.
Durante a tarde ela vê um filme com a gata, salientando que ela estava muito atenta TALVEZ por se tratar de um filme com o Johnny Depp. E agora vai-nos dizer que a porra da gata tinha ido a um casting para o papel do Gato de Cheshire?
No dia seguinte, a Bé e a Bá vão ao shopping e aprendemos que a protagonista gosta de ler o máximo enquanto não entra no mundo da verdadeira profissão... O que é interessante, visto que ela nunca mostrou esse interesse desde o início da história. Aprendemos também que um dos autores favoritos dela é Stephen King, a quem chama, e com razão, de "Mestre do Terror". Pena que goste tanto dele e NUNCA refira um título dele sequer.
À noite ela vai sair com o Dário, e qual não é o espanto dela quando sente um cheiro no carro que não combina com o veículo nem com o seu dono. Mas o que é isto? Será que o Dadá tinha uma amante e estava a tentar escondê-la da Bé?
Acontece que o cheiro vem apenas de um ambientador, mas mesmo assim ela continua a fazer-se de esquisita, dizendo que tal objecto que liberta uma agradável fragrância não combina com aquele carro. E continua durante tempo demasiado a embirrar por causa disso, desculpando-se mais tarde com o facto de estar com a TPM (se o leitor não sabe o que significa, tudo bem, porque tal sigla nunca é explicada).
O dia seguinte foi marcado pelo aparecimento do Afonso, o primeiro namorado da Bé. Ambos tiveram uma relação que durou um ano, um namoro de sonho, que não era uma brincadeira de crianças e ambos sabiam o que queriam, mesmo tendo em conta que ELA TINHA 4 ANOS E ELE 6.
Meu Deus, a autora acredita mesmo que um namoreco de crianças é sério? Ela acredita mesmo que os pensamentos de crianças que mal sabem limpar o nariz são tão convictos como os de um adulto? Que uma relação entre duas criancinhas da primária é séria o sufiente para levar ao casamento? A partir desta altura, eu sinto que qualquer coisa que me ocorresse fazer seria um milhão de vezes melhor do que continuar a ler esta demonstração de irrealismo e parvoeira, mas quis o destino que percorresse o caminho tortuoso que é a leitura deste calço.
Vamos passar umas páginas à frente. A dada altura está ela e o Afonso na conversa, até que ele lembra-se de invocar a "Pedra da Despedida", que não passa de um calhau insignificante aos olhos da protagonista, uma mera coisa de crianças, mesmo sabendo que ela considera as coisas de crianças tão importantes como as dos adultos.
A meio da conversa, o Dadá chegou, e contrariamente ao que se supunha, este não ficou nada incomodado por ver um homem desconhecido em casa da namorada. Qual quê? A protagonista ainda considera a possibilidade de serem os melhores amigos.
No Domingo todos vão à praia. E quando dizemos todos, queremos dizer que não sabemos quem vai com a Bé, porque ela nada diz. Depois de terem dado alguns mergulhos (incluindo o mergulho de sereia e o de golfinho, que todos nós tão bem aprendemos nas aulas de natação) ela comenta o facto de não gostar de ter areia nos pés... Então por que carga de água vai ela à praia? Para se sentir melhor pelo facto de a cabeça dela não ser o único sítio cheio de areia?
Depois de mais alguns momentos inúteis, ela decide passar por casa da avó Glória, uma senhora tão simpática que eu até tenho pena que ela esteja nesta história. Felizmente ela deve ter escapado a tempo, pois apesar de ter sido convidada para passar o feriado em casa da Bé, ela nunca mais é referida durante o resto do livro.
Depois de mais uns momentos inúteis e um novo sonho psicadélico que não levará a nada, ela decide passar o feriado a dedicar-se a escrever a carta para a aniversariante. E caro leitor, na história da literatura é a primeira vez que vemos um P.S. que é cinco vezes maior que a mensagem principal da carta. A sério, a primeira parte da carta não passa de uma pequena descrição da prenda e do nome que iriam dar ao peluche... Mas o P.S. é a coisa mais abominável, sádica, tortuosa, aleatória e incoerente que alguma vez vimos. É impossível descrever o que se trata porque nada naquele P.S. faz qualquer sentido. Tanto podemos estar a ler um poema, como no momento seguinte vemos uma passagem da Bíblia completamente tirada ao acaso e depois uma porcaria qualquer tirada da revista "Zodiac". Alguém precisa de explicar à autora que o Post Scriptum serve para adicionar uma informação que eventualmente nos tenhamos esquecido E NÃO PARA ESPETAR COM UMA ALGARAVIADA DE COISAS QUE NÃO FAZEM QUALQUER SENTIDO E TÊM MAIS CONTEÚDO QUE A CARTA PROPRIAMENTE DITA.
Depois disto, a nossa vontade é acabar aqui mesmo a critica, mas ainda há mais coisas a criticar. Acontece que algures antes desta cena toda da carta, a protagonista recebe um telefonema da directora da escola na qual se candidatou para professora, propondo uma entrevista de emprego. Coisas como o nome da escola nunca são reveladas, e a Bé vai então para a tal entrevista, onde a directora, entre um discurso que inutilmente tenta mostrar qualquer ponta de inteligência, se sai com a seguinte pérola: "Eu não a iria chamar se não fosse para a contratar." Quem nos dera que fosse tudo assim tão simples. Esta simples frase faz com que toda a entrevista seja inútil. Imaginem que em vez da Bé, fosse lá um homem que mostrasse uma tendências pedófilas...
"- Eu não o chamaria se não fosse para o contratar.
- Ainda bem, porque eu desejo muito ensinar as criancinhas... Oh se desejo..."
O capítulo continua com momentos inúteis uns atrás dos outros, e continuar a criticá-lo não iria levar a nada, porque nenhum desses momentos terá alguma influência na história. O capítulo 3 será o nosso alvo principal, até porque coisas acontecem entre a rotina, entre elas algo que mudará a vida da protagonista para sempre... Ou não...

@Sarah Sampaio
@Tiago Costa

54 comentários:

  1. Hello
    Li os vossos escritos e eu não entendo o que jogos têm a ver com literatura. Também nunca ouvi falar de vocês como críticos e a Sara Sampaio é modelo, não estou a ver uma modelo que seja critica, deve estar revoltada com a moda. Sobre este livro, depois de ler o que têm aqui escrito, quero lê-lo para poder ter a certeza que é como dizem. Nunca ouvi falar também da editora e da escritora. Vocês lêem por ler, esquecem-se das entrelinha, é só o que parece. Eu tenho uma gata e ela acompanha-me para quase todo o sítio, mas qual é o mal? Vão também dizer que é sobredotada? Se são tão amigos, não lhe diriam pessoalmente em vez de espalhar por ai? Digo eu que este é o conceito de "amigo". Já agora, qual é o tipo do livro? O que dizem as entrelinhas? Vocês captam ou criticam por gosto? Parece-me que vocês criticam por criticar a vossa "amiga" e o livro dela. Onde posso compra-lo para tirar a prova dos nove? Nunca o vi à vende. É recente? Eu pelo que li não posso fazer juízos de valor e gosto de ler novos escritores. Obrigada

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  2. Ah! mais uma coisa e completando o meu comentário anterior. Eu tenho namorado e saiu com rapazes e por vezes sou a única rapariga no meio ou também tenho jantares só com um rapaz que não é meu namorado. E o que tem de tão mau nisto tudo? É pecado? Se tens namorada imagino que ela deve estar proibida de sair com rapazes, amigos ou não. Uma rapariga com namorado jantar à sós com um rapaz é traição? Aliás o que é de facto a traição? Acho muito bem que as raparigas com namorado não se limitem ao namorado, no sentido de estar só com ele, não de outro modo mais carnal, não me interpretem mal, por favor.

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  3. TPM = Tensão Pré-Menstrual (cultura geral)

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  4. Ora muito bem, em primeiro lugar gostava de te agradecer pelo teu interesse mostrado na leitura dos nossos posts e pelos comentários construtivos: não é toda a gente que o faz.
    Agora respondendo às tuas observações (fá-lo-ei por tópicos para separar os assuntos):
    1 - Jogos podem não ter a ver com literatura, mas expressamos as nossas opiniões sobre eles através da escrita. Repito o que dizemos na descrição do blog: "Um espaço dedicado àqueles que gostam de ler e sobretudo de escrever. Um espaço onde a escrita perdura, e onde as ideias e opiniões sobre as artes que nos rodeiam fluem com liberdade e sem censuras." Ou seja, transmitimos tudo o que nos vem à cabeça através da escrita, sejam opiniões sobre jogos, livros ou filmes (de que ainda iremos falar).
    2 - Como afirmado na primeira parte da crítica ao livro, tanto eu como a Sara conhecemos a escritora e, como tal, o livro que ela escreveu. É natural que quem não conheça nos possa achar demasiado crueis com ela, mas nós já lemos o livro dela enquanto manuscrito, vimos o pdf feito pela editora em questão e chegámos a ter nas mãos um exemplar do livro editado, e não tenho problemas em dizer que o livro não é mau, é péssimo. Os erros nunca foram corrigidos, há falta de coerência na acção, há tempos verbais misturados nas frases, incapacidade em distinguir palavras homófonas, descrição quase inexistênte, diálogos vazios vindos de personagens ainda mais vazios e um certo momento na história que podia muito bem ter sido desenvolvido mas que infelizmente a autora não soube aproveitar. Eu percebo o que queres dizer com "ler nas entrelinhas", mas infelizmente não há entrelinhas para ler porque a autora teve mais pressa em fazer com que a história fosse aceite por uma editora do que perder algum tempo a rever e aperfeiçoar.

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  5. 3 - A autora sabe que estamos a fazer isto e já lhe explicámos os problemas da história. Eu, através do Facebook, cheguei a dar-lhe algumas dicas do que ela podia fazer para melhorar da próxima vez que tentasse escrever uma história. Eu também sonho em um dia editar um livro, e se alguém tiver a paciência de fazer o mesmo que eu estou a fazer para esta autora, então eu só peço para que seja uma critica construtiva e que tenha também uma pitada de humor à mistura.
    4 - É difícil definir o género de história, uma vez que não há história; é só uma rotina de uma pessoa que é demasiado perfeita, coisa que não existe. Talvez possa usar a expressão inglesa "Slice of Life", uma vez que não tem quase desenvolvimento nem enredo coerente.
    5 - Em relação à gata dela: eu já tive uns quantos gatos ao longo dos anos e nenhum agia da mesma maneira que a Alexia. Tudo bem que os gatos não são todos iguais, mas é assim tão comum ver uma pessoa a deslizar por um escorrega com um gato ao colo e ver o pobre do bicho contente. Também é pouco provável levar a gata a uma escola e estar à espera que ela reaja bem ao ver dezenas de crianças a correr na direcção dela (tal acontece no livro, mas não o referi).

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  6. 6 - Não é pecado uma rapariga com namorado ter jantares com outros rapazes. Acho que se entre um casal há confiança, então não há problema que a rapariga jante com outro rapaz porque o namorado sabe que ela não o vai trair. O problema está no facto de ela dar demasiada confiança a quem não conhece. Ela conhece o André e convida-o para jantar no mesmo dia. Não me venham dizer que se cria um laço de tamanha confiança entre duas pessoas em menos de 24 horas. O André podia ser um tarado, um psicopata, um violador a fazer-se passar por menino bonito, mas ela lança todas essas hipóteses pela janela e recebe-o de braços abertos. Ela também é abordada por homens desconhecidos que mostram um certo interesse nela e ela nem se incomoda em mostrar-se desinteressada. Além disso, a uma parte da história ela diz que podia pedir um tempo ao namorado, "divertir-se" com outro e depois voltar para o pobre coitado com a desculpa de uma crise de TPM. Isto é ou não é anormal?
    7 - Em relação ao TPM, eu confesso que uma simples pesquisa na net podia ter tirado todas as dúvidas, mas ao mesmo tempo não custava nada à autora ter adicionado a definição em extenso dessa sigla (entre parêntesis ou com um asterisco). Contudo, se esse fosse o maior problema, eu se calhar não teria falado disso. O que se passa é que ela faz referências que a maior parte das pessoas que irão ler o livro não compreenderão. Ela faz várias referências a uma série de anime chamada Death Note, sem sequer se designar a explicar o que era. Imagino pessoas que não tenham o mesmo acesso que ela a estas séries a perguntarem-se de que raio está ela a falar. Não há problema em fazer referências, mas convém saber explicá-las para melhor compreensão dos leitores.
    Caso algum dia consigas ler o livro, não te impediremos que venhas aqui a este espaço dar a tua opinião sincera. Aliás, este é um espaço onde as opiniões fluem sem censuras, onde cada um tem a sua opinião sobre o que quer que seja, desde que a saiba transmitir com coerência e civilidade.

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  7. Ah, e um aparte: já agora o meu nome É Sara Sampaio! Temos em comum pelo menos o primeiro e o último nome.

    E dizeres que um modelo não critica ninguém... Essa tá boa, visto que eles estão sujeitos a criticar e a serem criticados no emprego que exercem, tal como em qualquer emprego que se exerça

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  8. Agora que falaste nisso é que reparei que me tinha esquecido das primeiras linhas de comentário da "Anónimo".
    Nem eu nem a Sara somos criticos de profissão, nem sequer somos profissionais, por isso é normal que nunca tivesses ouvido falar de nós.

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  9. Olá,
    Agradeço a simpatia da vossa resposta tão rápida. Como disse, infelizmente, não conheço a história para a julgar a meus olhos, por isso, não poderei dizer nada concreto. Não querendo ser chata, onde posso encontrar o livro? Eu não acho que haja problema numa pessoa confiar de inicio, desde que saiba como reagir se acontecer algo...Deve ser giro um gato numa escola, no meu infantário tinha um cão que era do director e então nós brincávamos com o salsichas. Sim, era o nome do cão.
    Tenho pena que não me tenham esclarecido o que é traição.
    Ai, não és a modelo? Peço imensa desculpa, a minha sobrinha é que achava que eras modelo e por isso é que li este blog, não sei como ela encontrou, mas disse que eu ia gostar (para ela eu gosto de tudo).
    Ah, pois, quem sabe um dia serão.
    beijos

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  10. Um cão ainda acredito que talvez se desse bem com miúdos, agora um gato... Raro é o gato que goste de estar à beira de multidões, quanto mais junto de crianças que lhe começam logo a mexer como se de um brinquedo se tratasse

    Eu cá não daria tamanha confiança a uma pessoa que nem há 24 horas conhecia, muito menos a convidava para minha casa. Se por vezes convidar pessoas que conheço há anos para minha casa me causou problemas, então com desconhecidos é um "Esquece lá isso! Quero saber exactamente quem vou meter em minha casa!". Pelo menos é o que uma pessoa com um elevado bom-senso faria

    Mas também quem sou eu para julgar uma personagem que está disposta a pôr os palitos ao próprio namorado só para ter uma curte de uma noite, para mais tarde se desculpar a dizer que estava com TPM XD

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  11. há gatos e gatos. A minha é super mimada e deixa fazer-lhe tudo. Eu deixo, mas se houver stress, é a última vez na certa, salvo raras excepções. amigos de amigos, por mim tudo bem, não posso ser uma desconfiadinha. Se fazem asneira, sei defender-me. só deixo nesse critério. Ela trai-o? Eu adoro histórias dessas, principalmente quando ela não se arrepende ao inicio e depois fica de rastos,pois graças a traição descobre que ama o namorado. Riu-me tanto! Juro, agradeço-vos a simpatia, quero ler-lo. Digam-me onde adquiri-lo, por favor (:

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  12. Infelizmente não te podemos ajudar, porque não sei sinceramente onde se consegue o livro. Eu e a Sara vimos um mísero exemplar na feira do livro do Porto, mas foi só isso. Mas desde já aviso-te algo sobre a protagonista: é daquelas que podia trair o namorado que não tería lá grandes remorsos. Provavelmente agarrar-se-ia à desculpa da TPM para justificar a traição. Isto só para teres uma ideia.

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  13. Tu e a Sara? Parecem um casalinho. Não quero ofender, não há mal nenhum na amizade entre um homem e uma mulher, estou só a brincar.
    Uau, ela é assim, sem escrúpulos? Eu gosto.
    Obrigada pela atenção, são muito simpáticos

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  14. Já agora, vou começar a usar mais essa desculpa

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  15. Ai parecemos? X) (Oh, the irony...)

    Eu definitivamente quero uma mulher sem escrúpulos como melhor amiga, sem dúvida -.-" (e na contracapa a autora até diz que a "protagonista" pode-se tornar na melhor amiga do leitor). Se assim fosse passava a andar com os meus piores inimigos XD

    Poder podes usar essa desculpa... não estejas é à espera que a pessoa na qual uses essa conversa acredite XD

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  16. (: Estou completamente fã de vocês.
    Depende, podes usar isso a teu favor. Se ela é sem escrúpulos deve ter a sua piada. Podem perguntar a vossa amiga onde o posso arranjar? Eu estava a brincar, embora, quando era mais nova, tinha as minhas crises de T.P.M. .
    Um à-parte: Vocês falam que o namorado deu-lhe um colar e ficam intrigados. Quando alguém nos oferece algo não vamos pensar onde ela arranjou dinheiro para a conseguir. Pode até ser um colar falso, pode ser uma jóia de família e ela não saber, pode ter sido os pais dele a pagar, podia muita coisa. Ela não o ia olhar com ar de desconfiada "Fogo, onde arranjaste dinheiro para isto? Deve ter sidfo caro, assaltas-te um banco, meu amor, por mim?" Acho que o rapaz se sentiria ofendido e nunca mais lhe dá dava mais nada, o que seria uma pena.
    Por exemplo, o meu padrinho da-me sempre dinheiro no natal, um bom dinheiro, e eu não lhe pergunto onde ele o arranjou, nem penso nisso, é um pouco falta de educação, isto é o meu modo de pensar.

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  17. FINALMENTE, alguém que percebe aquilo que eu senti quando a minha namorada me pressionou a comprar esta bosta na Feira do Livro do Porto! >:-@

    Foi o maior desperdício de dinheiro que alguma vez fiz, até a minha namorada ficou dividida entre dar ao cão para roer, ou usar como lenha no próximo Inverno! X-D

    A protagonista, que é uma verdadeira prostitua, meteu-me nojo desde o início até ao fim. Se existisse alguém como ela na vida real, eu automaticamente odiá-la-ia! Para ela só a sua pessoa interessa, e os outros que vão pa PUTA QUE OS PARIU.

    Se a minha namorada me desse uma alcunha tão apaneleirada como a que ela deu ao dela... podem ter a certeza que partia para a violência doméstica! :-@

    Ela é violada e depois esquece uma experiência traumática. Apanhar na rata para ela é como ir às compras no Minipreço :-)

    E aquele diálogo que envolveu o Nemo: parecia conversa de drogados ou atrasados mentais ou de ambos X-D

    Fiquem na paz, continuem assim, e se virem este livro nas lojas... KILL IT WITH FIRE! >:-D

    MJ

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  18. Obrigada, ainda bem que gostaste da crítica ;) Fica atento que ainda vem mais daqui prá frente =P

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  19. P*ta k pariu, mas inda à gente k axa k esse livro vale alguma coisa? Essa anónima dai de cima k aprenda a pensar pk se n vir k a p*ta a personagem é uma rameira então é pk é igual a ela. Até tenhu pena do teu namorado deve ser cá um corno e nem deve saber.

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  20. Olá,sr anónimo :P
    Eu não estou a defender ninguém e não pertendo ser ofendida. Como já disse, não li o livro, por isso, gostaria de saber mais sobre ele. E por favor um pouco de respeito!
    Eu já não entendo. É sobre um prostituta que foi violada? É por isso q não gostam? Acontece e não é por ser prostituita q é menos digna. Cada um ou cada uma tem as suas razões para entrar neste meio. Eu tinha colegas na faculdade que se prostituiam para pagar as propinas. Quem era eu para as julgar? OS meus pais pagaram-me tudo! E quando contaram aos namorados, foram uns cobardes e abandonaram-nas. Eu ouvia-as a chorar no quarto delas sem ninguém para as ouvir. Eram menos mulheres por isso?! Não, eles é que eram menos homens por deixa-las assim! Acho muito bem que uma prostituta tenha namorado, é sinal que tem alguém que a apoio, pois deve ser das profissões mais dificeis! Portanto, sejam homenzinhos e respeitem mais as mulheres! Isto parece muito preconceito! Que mentalidades fechadas! Isto parece muito a Brit, falam mal dela,falam mal e gostavem dela. Má publicidade. Mas ela, mesmo assim,tem sucesso! Estou mesmo interessada nesta história da prostituta violada. Infelizmente, há notícias desses casos. Mas ainda há quadrados que acham q por ser prostituta não é violação! Cresçam! Fiquem bem

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  21. A protagonista não é prostituta mas tinha sucesso se assim fosse.

    Se quiseres foder 28 euros nessa cagadela mal feita, estás à vontade, mas esse livro está PIOR QUE HORRÍVEL. >:-@

    Há lá erros que nem uma criança da primária daria! E a história em si foi uma PUTA DE UMA SECA, segundo a minha namorada. Eu só li o primeiro capítulo e mesmo assim foi como se me estivessem a cortar os tomates a sangue frio lentamente :"-(

    E a puta da protagonista muito gosta de conhecer homens novos tendo namorado: aposto que se pudesse ela fazia uma orgia com eles todos. Ah e quanto à cena da "violação" deixem que vos diga, para além de ter sido a única parte com descrição, deixem que vos diga: o gajo sabe com foder uma mulher ;-) Ela deve ter ficado triste por um dia só, porque no fundo gostou :-)

    MJ

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  22. Ah e mais uma coisa: eu quando tinha menos de 10 anos sabia lá o que era namorar, ate porque eu detestava estar perto de raparigas em miúdo: eu atirava balões de água às minhas primas até as fazer chorar X-D

    A protagonista fica toda molhada nas cuecas, por causa de um namoreco de infância?! Só faltava ter dito que eles nessa idade já eram sexualmente activos! X-DDDDDDDDDD

    MJ

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  23. E mais uma coisa, sr. Anónimo, gostei do sei argumento muito válido "não pensas como eu, és uma puta". Desculpa, mas não considero um argumento.
    Sabes uma coisa, sr. Anónimo: Chamar gorda, não faz de nós mais magros e chamar burro\estúpido não nos torna mais inteligentes. Reflita nisto!
    Fiquem!

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  24. Ah, então, ela é uma puta porque conhece homens e tem namorado? Então, se conhece-se mulheres era Bi. Ela deve ser escomungada por tal feito, ninguém com namorado deve conhecer pessoas novas. Façam-lhe exorcismo, ela está possuida pelo Demónimo!
    A tua namorada deve estar sempre presa em casa e quando se, inventualmente, sai deve ter uma tabuleta "PROIBIDO CONHECER PESSOAS", ela vai virar santa, pois cumpre tudo à risca, não conhece PESSOAS porque NAMORA!
    Por amor da santinha, estamos no século XXI e isso é puro machismo, uma mulher não fica molhada só porque está com um HOMEM! Eu tenho namorado e GOSTO de conhecer pessoas novas, sejam elas HOMENS ou mulheres. A isso chama-se SOCIALIZAÇÃO e ninguém vive sem isso! Somos seres SOCIAVÉIS!

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  25. Sim sim, não fica molhadinha, isso pensas tu.. Quando leres e vires a pessoa odiável que a personagem é vem aqui e falamos!

    E não é um tanto hipócrita estares a chamar-me a mim e ao outro indivíduo que comentou "Anónimo", QUANDO TU MESMA VAIS POR ESSE MESMO NOME!!!!!

    Sem comentários -.-

    Estás praí a fazer uma merda dum drama só porque não concordam contigo, parece que gostas de arranjar merda com as pessoas (deves ser uma pessoa mesmo frustrada). E tu não leste o livro, portanto não venhas para aqui mandar vir quando tu nada sabes da história.

    Aos autores da crítica, quando puderem, actualizem, e não deixem que certas pessoas que muito ofendidas ficam com nada vos desvalorizem. A opinião é vossa, afinal de contas!

    Um abraço
    MJ

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  26. Ah e só um conselho: não fales de pessoas que não conheças de lado nenhum. Ao menos a minha namorada não fica aos arames comigo só porque não concordo com ela, e muito menos é frustrada como tu estás a ser agora.

    MJ

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  27. Desculpe, Sr MJ, não fui que chamei puta por não concordarem comigo: "Essa anónima dai de cima k aprenda a pensar pk se n vir k a p*ta a personagem é uma rameira então é pk é igual a ela. "
    Acho que não é preciso dizer mais nada, mas vou dizer: eu não estou a ir aos arames, nem sou tua namorada(e estou feliz por isso, para ti todas as mulher ficam molhadas ao ver-te, será que não és tu quer ficas erecto?).

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  28. Ok, contigo não vale a pena ter uma conversa civilizada. E estou-me a cagar que outras raparigas fiquem molhadas ao ver-me, porque a mim só me importa a rapariga com quem estou. E como sabes que fico erecto? Conheces-me de algum lado para andares a afirmar isso? Bem me parecia

    Estás aí a ir aos arames por causa de nada, sim. Deixa que nós expressemos as nossas ideias e PÁRA de mandar vir com quem não pensa como tu.

    Esse livro para mim é MERDA DE BOI! Se me perguntares porquê acho que os meus outros comentários falam por si :-)

    Quanto ao outro comentário, não fui eu, acredites ou não. Se mesmo assim quiseres teimar em que fui eu, olha: CAGUEI!

    Adeus, que para mim essa discussão DE LOUCOS acabou aqui. Para os autores: despachem-se com a terceira parte, adoro o vosso estilo ;-)

    Paz para toda a gente
    MJ

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  29. Bem, estou a ver que aqui os ânimos exaltaram-se demasiado. Vamos lá ver se nos entendemos de uma vez por todas.
    Em primeiro lugar, gostava que todos os anónimos fossem civilizados e que não andassem por aí a insultar. Não condeno ninguém por pensar de uma determinada forma, mas não aceito que se insultem uns aos outros.
    Deixem-me agora falar sobre a tão polémica personagem: nós nunca dissemos que conhecer outros rapazes fazia uma rapariga com namorado uma "rameira". O problema é ela saber o que eles querem (assim como o leitor) e mesmo assim ela dar-lhes conversa. Segundo o que li no livro, nenhuma das amigas dela (espero não estar enganado) namora, e não vejo nenhum rapaz a ir ter com elas, só mesmo à protagonista. O que se passa é que a autora quis criar uma personagem demasiado perfeita, tentou tornar a vida dela perfeita e esqueceu-se do mais importante: de a tornar num ser humano.
    Mas já estou a divagar. Uma das razões que me fez odiar a protagonista foi quando algures no livro ela admite que seria capaz de pedir um tempo ao namorado para se "divertir" com outros e depois voltar para ele com a desculpa da "TPM". Alguém com dois dedos de testa vai achar isto normal? Não me parece. A todos os "Anónimos" que falaram aqui, lanço-vos uma pergunta: seriam capazes de namorar com uma pessoa que vos fizesse isso?
    Que tipo de personagem acham que ela é? Tudo bem que só fizemos crítica a dois capítulos, mas depois de ver a mixórdia de comentários que para aqui anda, não posso deixar de me sentir obrigado a preparar a próxima parte da crítica.

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  30. THANK YOU Tugaman Sensei, por teres dito tudo! ! !

    A minha namorada não é como essa desculpa patética que a autora arranjou para ser protagonista (Graças ao Senhor!), e se fosse eu nem uma curte quereria com ela .

    Ótimo, fico então à espera da próxima parte ;-)

    MJ

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  31. Olá a todos. Espero ser bem-vinda a esta confusão. O meu nome é Maria. No meio de meia duzia que não gosta, uma neutra que parece que quer ver o lado bom das coisas, acho que faltava eu. Eu gosto do livro. Atenção, eu disse que gostava, não que adorava ou amava. Comparo-o com um filme de Domingo à tarde.

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  32. Tem erros,mas é normal neste tipo de editoras, tal como é normal na "Circulo de leitores", mesmo assim eu adoro os livros de Andrews, ultrapassei isso e entreguei-me a história, que também fala de violação, a proposito.
    Eu fiz o meu trabalho de casa antes ter qualquer opinião. Eu falei com a escritora para esclarecer algumas dúvidas e visitei o seu blog. Se estão no livro ambos os dados, não vejo o porquê de não os usarmos. Começo desde já a dizer, antes que caiam em cima de mim, que é só a minha opinião e nada mais do que isso. Esclareci com ela algumas dúvidas. Um pouco tagarela, talvez não no mau sentido da palavra, gostei de falar com ela (poderia não gostar, estou no meu direito). Bem, no texto vocês escreveram que foi a Bá a ir ao parque com a Ale, mas quem foi com a gata foi a Bé. Se não gostam dela, deveriam trata-la por Anabela.
    Cada um lê o que quer, mas vejamos o caso do cliente do café, ela percebeu o que ela queria e cortou o mal pela raiz, nunca mais falou com ele, nem ficou com o contacto sequer.

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  33. Ela até poderia ser a única a namorar do grupo, mas também está chapado no livro que não. A Bá namora com o Diogo, a Susana começou a namorar a meio do livro e as cunhadinhas da Bé, a Ju e Paula, curtiam e até na discoteca, quando o João se mete com a Bé, a Joana saiu com o que queria.(coisa que o irmão não gostava, essas sim, eram só pertendentes. Elas não se importam com a opinião dos outros, elas curtem com quem querem, contas às amigas e quem as acha putas, que nem se cheguem. A vida é delas! E se se metem na vida delas, arriscam-se a um "metam-se na vossa vida!". Era o que deviam fazer antes de criticar os outros).
    Para quem não reparou isso do Nemo era a brincar tal com a história do TPM, porquê fazer um filme disso! Ela nunca o trairia! A amiga estava-a picar na brincadeira, também estava lá chapado, e ela entrou na brincadeira, mais nada. A amiga também namorava, não passava de uma brincadeira entre elas que não ia avançar dali.
    Quanto a violação, cada um vê o que quer, nota-se que ela está sofrer, ela sente-se uma morta-viva por dentro! Ela quer poupar os outros, ela não espalha, ela finge que está tudo bem para proteger os outros. Ela, no primeiro dia, está em casa com o namorado e com a Paula, finge que está tudo bem, finge que está com um apetite descolonal, quando é completamente o contrário, ela está de rastos (volto a dizer, cada um lê o que quer). Ela quer se destrair com as aulas. Por falar em aulas, a directora podia ter só a candidatura dela ou os outros não serem o que ela pertende, mas é com o que ela faz que ela vê se é o que ela quer. E também a anterior estava grávida, tinha de ser rápido.
    Quanto ao André, para saber de ante-mão, tinha de vigiar os vizinhos, ser cusca, ela simplesmente (diz no livro), viu a carrinha de mudanças e quando acalmou foi lá. E o doce e o convite foi por cortesia, os meus pais fazem o mesmo, vão critica-los?
    Para quem não sabe, ela nunca foi para a cama com o namorado, só namoram há dois simples meses. O único rapaz com quem foi para a cama, dai ser fiel quando é infiel, foi o Diogo, antes de namorar com o Dário (também não gosto de Dadá, é demasiado pornográfico). E o Diogo nessa altura não namorava com a Bá, mesmo assim ela sente-se mal e por isso prefere que a julguem virgem, para se sentir menos pecadora. (esta parte li no blog da escritora, foi a partir dai que escontrei este).
    Um parentese, porquê que também não chamam putas a Paula e Joana? A meio do livro a Paula queria comer dois.
    Caso não tenham entendi, o que ela quis dizer, essa parte entendi sem ajuda, que ela queria ler o maximo possivel, desde o despedimento do café até ir trabalhar para escola.
    Quanto ao Afonso, também deveria-se falar dele antes ou está bem ter aparecido assim? Ela não estava molhada, simplesmente (entende-se bem, penso eu) descarregou tudo que sentia, na altura sentiu-se abandonada e quis esquece-lo. Quem esquece o primeiro rapaz que gostou? Eu não esqueci. Só isso! E quanto ao jantar dos três, primeiro namorado Bé e Dário, ela estava a ironizar quando pensou que poderiam ser os maiores amigos. Era mais do género, "era mesmo isto que me faltava". E o Dário não é ciumento, ela apresentou-o e ficou tudo esclarecido.
    Um segundo parentese: Não vejo problema nenhum de, por exemplo, uma amiga sentar-se, num café, no colo de um amigo comprometido. É uma questão de confiança. Isso não quer dizer nada além de serem amigos e há confiança, mas nada. Porquê que tudo tem de ter segundas intenções?

    Bem, desculpem a confusão de temas. Espero não ser "apedrejada".

    Fiquem muito bem, navegadores ;)


    Beijinhos para todos da Mary (:

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  34. Como a "Bé" vê as pessoas:

    Raparigas- Pessoas que são obrigadas a beijar-me o cu
    Rapazes- Pessoas que são obrigadas a ir-me ao cu

    Ao primeiro anónimo que comentou: vai comprar um didlo que precisas de algo que esfregar nessa pachahca seca!

    E ao anónimo aí de cima... U mad?! achas mesmo que alguém vai ler essa merda de testamento?

    trolololololololololololololololololololololololol

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  35. Bem, Maria (ou Mary, como queiras que te chamemos), tens tão bons conhecimentos do livro que quase te confundi com a autora. Em primeiro lugar, ninguém te condena por teres gostado do livro. Todos temos gostos diferentes e há-que respeitá-los. Em segundo lugar, em relação aos erros, eu compreendo que há editoras que os dão, e é uma coisa perfeitamente normal. O problema é esses mesmos erros existirem em praticamente todas as páginas do livro, e não terem feito a mais pequena revisão dele antes de o publicarem. Quanto à parte da conversa com o homem no café, deixa-me dizer-te uma coisa: num livro, não podem acontecer partes inúteis como esta. Se o objectivo era criar uma personagem para o descartar logo a seguir, mais valia não o ter criado. A autora descreveu a conversa entre o homem e a Bé, sem levar a lado nenhum, e quando mais tarde a protagonista está a conversar com o André, ela decide ignorar qualquer desenvolvimento da personagem dele e descrever três chamadas telefónicas que não levam a lado nenhum.
    Antes disso, disseste que quem tinha ido ao parque foi a Bé e não a Bá. Tudo bem, foi um erro meu, mas também o que esteve em causa não foi esse pormenor.
    Como eu disse no meu comentário anterior, eu podia estar enganado quanto ao facto de as amigas não namorarem. Isso é porque a autora estava tão concentrada na protagonista que se esqueceu das outras personagens.
    Quanto à história do Nemo e da TPM, tudo bem que podia ser a brincar, mas o que interessa foi que foram partes que não levaram a lado nenhum.
    E se ela nunca o trairia, então por que algures no livro ela disse que desejava ser uma daquelas professoras que tinha um caso com outros professores (e antes que comeces a corrigir-me, devo dizer que isto não está escrito tal e qual, mas olha que o sentido é o mesmo).
    E em que parte é que se nota que ela está a sofrer com a violação? Hás-de me dizer, porque tanto eu como a Sara falhámos em ver isso (se é existe mesmo). O que vimos foi uma vitima de violação que se recuperou a grande velocidade e que continuou a sua vida como se nada fosse. Eu não senti o sofrimento dela, a autora não soube descrever o sofrimento por que ela estava a passar. Assim como não soube aproveitar o episódio da violação para o desenvolver. Com a quantidade de homens que ela conheceu, não era de admirar que um deles fosse o violador, mas ela nem quer saber disso, nem quer fazer queixa à polícia, mesmo sabendo que o violador sabia muito sobre ela e provavelmente a andava a seguir.
    "O único rapaz com quem foi para a cama, dai ser fiel quando é infiel, foi o Diogo, antes de namorar com o Dário (também não gosto de Dadá, é demasiado pornográfico)." Explica-me o que queres dizer com "ser fiel quando é infiel".
    Quanto ao Afonso, o que estava em causa era o facto de ambos terem tido um namoreco de infância e a protagonista ter dito que tinha sido sério, mesmo sabendo que ela tinha 4 anos e ele 6. E isso para mim é tão ridículo como aquela menininha que dizia que amava o Justin Bieber.
    Bem, eu sei que ainda ficaram alguns temas por esclarecer, mas eu agora não tenho muito tempo, e além disso tanto eu como a Sara temos de preparar a crítica ao 3º capítulo.

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  36. Ela gostou de apanhar na pachacha da parte do "Violador". Ela até se mexia ao ritmo dele e tudo ;)

    Eu achei essa cena muito útil: eu e a minha mão passamos um bom bocado enquanto eu lia essa cena XD

    trololololololololololololololololololololololololol

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  37. Tanto faz, Maria ou Mary. Ai quase confudias? Estás-me a chamar tagarela? Simplesmente informei-me. Na minha terra, quando não se sabe, pergunta-se.
    Que eu saiba isso é uma comparação, não que diz que ela queira mesmo namorae com um professor, pois, pelo que se vê, não precisa.
    Quanto ao que vocês vêem ou não, é como se diz "cada um lê o que quer" e isso também se encaixa na história dos namorados (eu percebi, ao ler, que elas tinham namorado. Não precisei de perguntar).
    Ela não disse a polícia e? Muda alguma coisa? Tanta gente que é violada e por milhares de motivos não faz queixa. Provavelmente não quer reviver o que se passou, talvez não conte para proteger os outros. Cada um tem a sua opção e quem passa por isso é que sabe. Também, a história passa-se em Portugal(falava de Ermesinde), ela pode simplesmente não confiar. Mas sempre posso, como outra pessoa qualquer também pode, perguntar a autora porquê. Tem os endereços para alguma coisa.
    Isso do fiel quando é infiel, a autora explicou-me que no fundo a Bé ao ir para a cama com o Diogo estava a trair a Bá, mesmo que nesta altura ela não esteja a namorar com o Diogo. Acho que é mais ou menos isto.
    Acho que cada um pode pensar o que quiser do primeiro namorado.
    Fiquem muito bem, navegadores ;)


    Beijinhos para todos da Mary (:

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  38. Mary:Quem foi para a cama com o André foi a Ju e não a Bé, porque será?! Além disso, a Paula e a Ju,as cunhadinhas da Bé, é que têm imensas curtes e nota-se bem que não é só beijinhos. Provavelmente não lemos o mesmo livro ou eu fui a única que fiz os trabalhos de casa. Têm dúvidas? Eu tive e perguntei.

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  39. eu fui a única que fez os trabalhos de casa*

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  40. Sinceramente, não me podia estar a cagar mais para quem come quem porque é obvio que todos querem enfiar o piço na cona da "Bé"

    "eu fui a única que fez os trabalhos de casa*"
    E agora?! Queres uma medalha?! Queres ser heroína nacional?!

    Eu digo-te uma forma de seres considerada heroína nacional em vez de nos estares a pôr a dormir com essas merdas de testamentos que ninguém lê:
    Bebe uns copos e mistura com ecstasy, põe-te na autoestrada a 160 à hora, não leves cinto, e espera que te salte um peneu pra ires c'o caralho. Se para o Angélico e para o Dino resultou, vale a pena tentares, não é? ;)

    TROLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOL

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  41. Já passam os 40?! =OOO Continuem anónimos, continuem! XDDDDDDDDDDDDDDDDDD

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  42. Como diz um livro que li há uns tempos, muito criticado e polémico no país de origem : "Escreveram-me a dizer: Não tens autoridade de falar pela língua das raparigas do Nejd. Tu não és senão uma mulher rancorosa que tenta distorcer a imagem da mulher da sociedade saudita. Estamos ainda no início, meus caros. Se me declaram guerra, desde já, ao quinto e-mail, o que dirão depois de terem lido os e-mails que se seguem?! "Espera-vos o melhor!!"
    Quanto ao porquê de não apresentar queixa, a autora já me respondeu ao e-mail, isso vai ser esclarecido no próximo livro, para não preocupares o amigos, para não reviver e por medo de algo pior acontecer, o violador querer-se vingar ou algo do género. Acho que o medo, a meu ver, é normal nas vítimas.
    Fiquem muito bem, navegadores ;)


    Beijinhos para todos da Mary (:

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  43. "Quanto ao porquê de não apresentar queixa, a autora já me respondeu ao e-mail, isso vai ser esclarecido no próximo livro, para não preocupares o amigos, para não reviver e por medo de algo pior acontecer, o violador querer-se vingar ou algo do género. Acho que o medo, a meu ver, é normal nas vítimas."
    Ok, em primeiro lugar: isso para mim não passa de uma treta autêntica. O que é que vai ser esclarecido no próximo livro que não pudesse ser esclarecido neste? Ela em vez de criar momentos completamente patéticos e esquecer-se por completo da violação (e não vale a pena dizerem-me que ela sofre em silêncio porque para um livro que é escrito na 1ª pessoa, OS SENTIMENTOS DELA DEVIAM SER BEM MAIS EXPLÍCITOS), e em vez de acabar o livro de uma maneira tão aberta, que tal se tivesse continuado? Tinha tudo para ter uma história bem contada, mas não. Preferiu encher o leitor com diálogos da treta e momentos que não vão acrescentar em nada à história, em vez de desenvolver os pontos mais importantes.
    "(...)para não preocupares o amigos, para não reviver e por medo de algo pior acontecer, o violador querer-se vingar ou algo do género." A sério? Pois aqui vai a novidade: O VIOLADOR SABE MUITO SOBRE ELA!!!! Se sabe muito sobre ela é porque a andou a seguir, e muito provavelmente conhece os amigos e o namorado e até se calhar a porra da gata. Não achas que fazendo queixa à polícia os estaria a proteger melhor do que se não fizesse? E o violador ia querer vingar-se de quê? O que é que a Bé lhe fez de mal? Além disso, ele nunca mais deu notícias, nem a atormentou, como um bom psicopata/violador numa boa história faria.
    Se a autora está a pensar mesmo num novo livro, então o meu conselho é pensar numa história diferente, porque continuar esta não vai resultar.

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  44. OH MARY SUA PUTA DE MERDA, FAZ-ME O FAVOR DE ME RESPONDER À PERGUNTA:

    TU CHUPAS
    OU ENGOLES?!
    CARALHOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

    TROLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLO

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  45. Oh Mary, já que muito andas em contacto com a autora e já que gostas de ser um pombo-correio, faz-nos o favor de lhe mandar um mail a dizer para ela mesma vir cá mas é defender o livro dela.

    Se te apanho aqui outra vez a fazer de pombo-correio, vou tirar a conclusão que alguém (ou seja A AUTORA) tem medo de vir aqui defender as suas ideias em pessoa

    E eu mantenho o que digo: a personagem é violada, e depois caga nisso como se tivesse mudado de cuecas! ! ! ! ! ! ! Eu não vi mais nada na história que indicasse o "sofrimento" depois disso. Ela depois volta à vidinha alegremente aborrecida dela como se nada se tivesse passado

    Estou à espera que faças aquilo que te disse, senão pela forma como tu estás a falar, vou começar a concluir que tu és mesmo mesquinha oh Lili... ooops quero dizer, oh Mary =)

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  46. ESTOU À ESPERA QUE ME RESPONDAS E QUE DEPOIS MOS CHUPES OH MARY! TROLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLO

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  47. Eu sou nenhum pombo correio. Eu contacto-a, porque no livro tinha o e-mail e gosto de estar informada. Só lhe escreve quem quer. Quanto a falar-lhe da vossa "critica", não o vou fazer, pois já que são amigos, digam vocês. Nunca lhe falei disto nem vou falar. Ela vem cá se quiser. Acham que os responsáveis dos jogos ou a menina brasileira que escreve sobre o mar vem aqui dizer alguma coisa? Lá por vocês fazerem não quer dizer que os outros dêm valor. Este espaço é público, vem cá quem quer e tem acesso. Não é preciso sem insultados por terem uma opinião diferente, a meu ver.Já agora, peço imensa desculpa se ofendi alguém aqui presente.
    Tiago, o livro é dela, não vosso, caso ainda não tenham reparado com tanta opinião.Bem, o livro já não é do autor quando é editado, mas mesmo assim, eu acho que cada um tem direito de escrever o que quer. Ninguém disse que o violador era bom ou mau, nem se ela lhe fez realmente alguma coisa para ele se queres vingar. Ele pode continuar presente e não ter reparado. Uma questão: Se estivesses a ser seguido, por alguém profissional ou não, notarias? Espero sinceridade na resposta...
    Eu já vi no telejornal uma rapariga que foi morta depois de ter apresentado queixa de uma violação. Não deverias tratar mal a gata, ela nunca te fez mal. Acho uma personagem muito querida. Ela e o Alex são os meu preferidos.
    Ps:quanto ao querer-se vingar, a meu ver, quer dizer, vingar-se dela ter feito queixa.
    Fiquem muito bem, navegadores ;)


    Beijinhos para todos da Mary (:

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  48. Tiago Costa ou Tugaman Sensei (desculpa mas não sei como queres ser chamado) se isto se chama covil do escritor, quem é o escritor? Posso ter acesso a algum livro dele? Obrigada
    Fiquem muito bem, navegadores ;)


    Beijinhos para todos da Mary (:

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  49. Eu não sou nenhum pombo correio*

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  50. "Lá por vocês fazerem não quer dizer que os outros dêm valor."=> O mesmo é válido para a obra dela e para a de muitos outros


    "Tiago, o livro é dela, não vosso, caso ainda não tenham reparado com tanta opinião." => Sim reparamos, porque se fosse nosso, dávamos-lhe um "take" completamente diferente

    "Ninguém disse que o violador era bom ou mau"=> A sério? Há violadores que violam por boas intenções?! Então o Jack o Estripador, merecia ser beatificado --"

    Eu disse e mantenho: o que há a criticar é o facto de ela ter sido violada e em menos de 24 horas está recuperada, e volta à vidinha secante dela como se nada fosse

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  51. Mary, Mary, Mary...
    Adoro a tua contradição inicial. Se dizes que não és um pombo-correio, então por que razão vens para aqui dizer o que a escritora te contou? Talvez se lhe falasses desta crítica (o que seria inútil, visto que ela já sabe que a fazemos, mas que seria ao mesmo tempo um incentivo para ela cá vir) não precisavas de cá vir tantas vezes com suposições de meia-tigela e tentativas inúteis para desculpar uma obra que vale assim tanto esforço.
    "Acham que os responsáveis dos jogos ou a menina brasileira que escreve sobre o mar vem aqui dizer alguma coisa?" Olha que era estupendo se cá viessem. E então se depois de eu falar dos piores jogos que já joguei viesse para aqui um jogador reclamar e lançar suposições da treta (tipo alguém que vem aqui comentar) é que era altamente. Assim não eras a única a perder o teu tempo.
    "Lá por vocês fazerem não quer dizer que os outros dêm valor." Faço minhas as palavras da Sara. Lá por os outros fazerem o que quiserem, não quer dizer que eu tenha de lhes dar valor. Assim como não dou valor à bosta que estamos a criticar, mas fazemo-lo porque queremos dar a nossa opinião, juntando algum humor à mistura, e criticar a absurdidade da história. Não te preocupes que iremos abordar outros livros brevemente. Não queremos que penses que estamos só a pegar neste por malvadez.
    "Tiago, o livro é dela, não vosso, caso ainda não tenham reparado com tanta opinião." Mary, Mary, Mary... Como Hercule Poirot diria, "usa as tuas celulazinhas cinzentas e pensa". Se o livro fosse nosso, obviamente que não o iríamos criticar, certo. Agora caso lancemos um livro, outras pessoas estão à vontade para o fazer, quer positiva, quer negativamente.
    "Bem, o livro já não é do autor quando é editado, mas mesmo assim, eu acho que cada um tem direito de escrever o que quer." Estou absolutamente de acordo. Por isso, reservo-me no direito de escrever o que quero, ou seja, uma crítica ao livro. Ah, e se o livro já não é do autor quando é editado, então passa a ser de quem?
    " Ninguém disse que o violador era bom ou mau, nem se ela lhe fez realmente alguma coisa para ele se queres vingar. Ele pode continuar presente e não ter reparado. Uma questão: Se estivesses a ser seguido, por alguém profissional ou não, notarias? Espero sinceridade na resposta..." Em primeiro lugar: O violador era claramente mau; ou pensavas que ele a violou por caridade? Em segundo lugar: ELA NÃO LHE FEZ ABSOLUTAMENTE NADA NO LIVRO PARA ELE SE QUERER VINGAR. NEM ACREDITO QUE AINDA ANDAS A BATER NESTA TECLA. Em terceiro lugar: se ele a andava a seguir ou não, a autora preferiu não o revelar, porque pelos vistos concertos e sessões de massagens são mais importantes do que as consequências de uma violação. Em quarto lugar: se eu fosse seguido, o mais provável é não reparar, principalmente se for alguém profissional. O problema é que a escritora nunca chegou a clarificar isso.
    Quanto ao facto dele se querer vingar dela fazer queixa: eu acredito que as vítimas de violação possam pedir protecção policial. E também com o belo vislumbre que ela teve do violador, creio que dava para fazer um retrato robô.
    "Tiago Costa ou Tugaman Sensei (desculpa mas não sei como queres ser chamado) se isto se chama covil do escritor, quem é o escritor? Posso ter acesso a algum livro dele?" Minha cara Mary, o que entendes por um escritor? Eu digo que um escritor não é aquele que publica livros, mas sim uma pessoa que gosta de escrever e tem orgulho no que escreve. Pode ser que um dia tenhas acesso a um livro meu ou da Sara, mas até lá contenta-te com o que lês neste blog.

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  52. Ah, e que tenhas noção que

    1º) Antes sermos sinceros com a autora do que lhe estarmos a mentir e a dar mimos. Daqui a anda ela passa a morar num mundo mais áparte do que aquele em que mora muita gente que só faz algo pela fama

    2º) Ela vai estar sujeita a críticas não só da nossa parte. E deixa que te diga: quando têm que ser os fãs, e não a própria pessoa a defender aquilo que faz, fica ainda mais exposto o quão a pessoa tem medo de ser criticada e de se defender

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  53. Ainda continuam a discutir por opiniões contrárias? XD

    TROLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLOLO

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